Arquivos de Agosto, 2007

Ago 31 2007

31 de Agosto - Dia do Blog

Cuspido por Tio Punk Categoria Blog, Internet

Hoje é o Blog Day (No bom sentido). Mas não é o Blog daquele seu amigo que dar ré no kibe, senta na boneca, é o dia internacional dedicado ao Weblog (Hein?).
E você sabe porque o dia 31 de Agosto?
Não?
Também não sei.
Segundo a enciclopédia internética (Nem existe esse nome) Wikipédia, o dia 31/08 é o que mais se parece com a palavra blog.

E o Kiko?

Reza a lenda que nesse dia, blogueiros do mundo inteiro devem fazer um post recomendando outros blogs, de preferência diferente do seu…

- Ah, mas eu não estou com saco pra isso.

Parabéns pra mim

Outra coisa, alguém vai me dar os parabéns?
O Blog e esse personagem que vos fala estão completando hoje um ano (Grande merda).
Um ano e mais de cem mil acessos.
Vou buscar agora os quinhentos mil acessos ou quem sabe um milhão, será que eu consigo?
Talvez se eu tivesse mais tempo, o blog seria mais visitado.
Gostaria de fazer várias coisas para comemorar esse dia, mudar o layout seria uma delas, tenho muitas idéias em mente, mas estou muito sem tempo e ainda sem internet em casa. Espero que vocês continuem me dando o prazer de visitar e comentar por aqui e logo, logo, quando essa crise passar, eu vou voltar a me dedicar mais ao blog.
E quem sabe mostrar minha verdadeira identidade.

6 Vomitaram

Ago 25 2007

Conversa para boi dormir

Mais uma da série “Notícias que ninguém quer saber”.
Ex-BBB Íris diz no ‘Pânico’ que não fez sexo com Diego

“A ex-BBB Íris Stefanelli contou durante participação no programa Pânico, da rádio Jovem Pan, nesta quarta-feira, que não fez sexo com o vencedor do reality show, Diego ‘Alemão’ Gasques. Os dois namoraram por dois meses.
‘Não deu tempo porque o vi três vezes. Foi quase! Você acha que ele ia deixar de ganhar R$ 20 mil para ficar comigo?’, disse ela, alfinetando o ex-namorado”.

Ah, tá. Ouvir falar que a Hebe Camargo e a Dercy Gonçalves são virgens.

3 Vomitaram

Ago 24 2007

A volta dos que não foram

Cuspido por Tio Punk Categoria Aumentanto o Ibope, Blog, Internet

Três posts, nenhum comentário, mas tudo bem.

Assim como na música que bandas vão e voltam, vão e voltam, vão e voltam, vão e voltam, vão e voltam, vaõ e voltam… (Hum, gozei)
Blogs que sumiram sem nenhuma explicação deixando milhares de leitores orfãos, agora voltam do nada sem nenhuma explicação (De novo?).
Dentre os que voltaram do nada sem nenhuma explicação (Outra vez?) o Treta com o seu autor, o homem ou lenda Ivo Neuman, outro foi o EuHein! que ficou famoso algum tempo atrás por suas montagens e mais um que sumiu sem nenhuma explicação (Isso já está enchendo o saco) e voltou do nada sem nenhuma explicação (???) recentemente foi o Cérebro de Banana.

Crise de Existência.

Já que ninguém comenta mesmo, estou pensando em sumir com o blog também sem nenhuma explicação…
Que é que vocês acham?

4 Vomitaram

Ago 23 2007

Já que não tem tu, vai tu mesmo

Bárbara Paz substitui Mônica Veloso na ‘Playboy’ de setembro

“A atriz Bárbara Paz, 32 anos, será a capa da revista Playboy de setembro, substituindo a jornalista Mônica Veloso, 38, que estaria na capa da edição.
Segundo a assessoria da Playboy, as fotos de Mônica não ficaram prontas a tempo, e somente serão publicadas em outubro. Bárbara Paz, que já estava com o ensaio pronto, fica na capa de setembro”.

E quem é mesmo Bárbara Paz?
Ah, é aquela moça bonitinha (Bonitinha é uma feia arrumada) que venceu a primeira edição do reality show Casa dos Artistas do SBT (Oiiiiiiii!).
Mas Mônica Veloso também ganhou um reality show o “Caso com o Artista” (Artista? Mas não era o Senador?), é que o cara é um verdadeiro artista, consegue enganar todo mundo.
E o povo?
Roletrando (Oiiiiiiii! 2).

Celebridade emergente, substitui celebridade emergente na revista Playboy.
Isso é o que se pode chamar de notícia de primeira mão, mas precisamente a mão direita (Trocadâme Infilho).

1 Vomitou

Ago 23 2007

Pêlos, para que te quero!

Cuspido por Tio Punk Categoria Piada, Vale a Pena Rir de Novo

Da série “Vale a Pena Rir de Novo”.

Não sei quem escreveu o texto abaixo, recebi por email e há tempos que venho querendo postar.
É um pouquinho extenso, mas é muito engraçado e vale a pena ler até o fim.
Relato de uma moça que resolve fazer depilação com cera pela primeira vez.
O que as mulheres não fazem para agradar o marido ou “marida”, namorado ou namorada?
- “Marida”, namorada?
É, depende da preferência sexual de cada uma.
E cada vez mais eu penso, ainda bem que homem não tem que passar por isso.

Depilando…

Foi assim que decidi, por livre e espontânea pressão de amigas, me render à depilação na virilha.
Falaram que eu ia me sentir dez quilos mais leve.
Mas acho que pentelho não pesa tanto assim.
Disseram que meu namorado ia amar, que eu nunca mais ia querer outra coisa.
Eu imaginava que ia doer, porque elas ao menos me avisaram que isso aconteceria. Mas não esperava que por trás disso, e bota por trás nisso, havia toda uma indústria pornô-ginecológica-estética.

- Oi, queria marcar depilação com a Penélope.
- Vai depilar o quê?
- Virilha.
- Normal ou cavada?

Parei aí. Eu lá sabia o que seria uma virilha cavada. Mas já que era pra fazer, quis fazer direito.

- Cavada mesmo.
- Amanhã, às… Deixa eu ver…13h?
- Ok. Marcado.

Chegou o dia em que perderia dez quilos. Almocei coisas leves, porque sabia lá o que me esperava, coloquei roupas bonitas, assim, pra ficar chique. Escolhi uma calcinha apresentável. E lá fui. Assim que cheguei, Penélope estava esperando. Moça alta, mulata, bonitona.
Oba, vou ficar que nem ela, legal. Pediu que eu a seguisse até o local onde o ritual seria realizado. Saímos da sala de espera e logo entrei num longo corredor. De um lado a parede e do outro, várias cortinas brancas. Por trás delas ouvia gemidos, gritos, conversas.
Uma mistura de Calígula com O Albergue. J á senti um frio na barriga ali mesmo, sem desabotoar nem um botão. Eis que chegamos ao nosso cantinho: uma maca, cercada de cortinas.

- Querida, pode deitar.
Tirei a calça e, timidamente, fiquei lá estirada de calcinha na maca.
Mas a Penélope mal olhou pra mim. Virou de costas e ficou de frente pra uma mesinha. Ali estavam os aparelhos de tortura.
Vi coisas estranhas.
Uma panela, uma máquina de cortar cabelo, uma pinça.
Meu Deus, era O Albergue mesmo.
De repente ela vem com um barbante na mão.
Fingi que era natural e sabia o que ela faria com aquilo, mas fiquei surpresa quando ela passou a cordinha pelas laterais da calcinha e a amarrou bem forte.

- Quer bem cavada?
- É… é, isso.
Penélope então deixou a calcinha tampando apenas uma fina faixa da Abigail, nome carinhoso de meu órgão, esqueci de apresentar antes.
- Os pêlos estão altos demais. Vou cortar um pouco senão vai doer mais ainda.
- Ah, sim, claro.

Claro nada, não entendia porra nenhuma do que ela fazia. Mas confiei.
De repente, ela volta da mesinha de tortura com uma espátula melada de um líquido viscoso e quente (via pela fumaça).

- Pode abrir as pernas.
- Assim?
- Não, querida. Que nem borboleta, sabe? Dobra os joelhos e depois joga cada perna pra um lado.
- Arreganhada, né?

Ela riu. Que situação.
E então, Pê passou a primeira camada de cera quente em minha virilha Virgem. Gostoso, quentinho, agradável. Até a hora de puxar.
Foi rápido e fatal.
Achei que toda a pele de meu corpo tivesse saído, que apenas minha ossada havia sobrado na maca.
Não tive coragem de olhar.
Achei que havia sangue jorrando até o teto.
Até procurei minha bolsa com os olhos, já cogitando a possibilidade de ligar para o Samu. Tudo isso buscando me concentrar em minha expressão, para fingir que era tudo super natural.
Penélope perguntou se estava tudo bem quando me notou roxa. Eu havia esquecido de respirar. Tinha medo de que doesse mais.

- Tudo ótimo. E você?

Ela riu de novo como quem pensa “que garota estranha”.
Mas deve ter aprendido a ser simpática para manter clientes.

O processo medieval continuou.
A cada puxada eu tinha vontade de espancar Penélope. Lembrava de minhas amigas recomendando a depilação e imaginava que era
Tudo uma grande sacanagem, só pra me fazer sofrer. Todas recomendam a todos porque se cansam de sofrer sozinhas.

- Quer que tire dos lábios?
- Não, eu quero só virilha, bigode não.
- Não, querida, os lábios dela aqui ó.

Não, não, pára tudo. Depilar os tais grandes lábios ? Putz, que idéia. Mas topei. Quem está na maca tem que se fuder mesmo.

- Ah, arranca aí. Faz isso valer a pena, por favor.
Não bastasse minha condição, a depiladora do lado invade o cafofinho de Penélope e dá uma conferida na Abigail.

- Olha, tá ficando linda essa depilação.
- Menina, mas tá cheio de encravado aqui. Olha de perto.

Se tivesse sobrado algum pentelhinho, ele teria balançado com a respiração das duas.
Estavam bem perto dali.
Cerrei os olhos e pedi que fosse um pesadelo.
“Me leva daqui, Deus, me teletransporta”.
Só voltei à terra quando entre uns blábláblás ouvi a palavra pinça.

- Vou dar uma pinçada aqui porque ficaram um pelinhos, tá?
- Pode pinçar, tá tudo dormente mesmo, tô sentindo nada.

Estava enganada.
Senti cada picadinha daquela pinça filha da mãe arrancar cabelinhos resistentes da pele já dolorida. E quis matá-la. Mas mal sabia que o motivo para isso ainda estava por vir.

- Vamos ficar de lado agora?
- Hein?
- Deitar de lado pra fazer a parte cavada.

Pior não podia ficar. Obedeci à Penélope.
Deitei de ladinho e fiquei esperando novas ordens.

- Segura sua bunda aqui?
- Hein?
- Essa banda aqui de cima, puxa ela pra afastar da outra banda. Tive vontade de chorar. Eu não podia ver o que Pê via.
Mas ela estava de cara para ele, o olho que nada vê.
Quantos haviam visto, à luz do dia, aquela cena?
Nem minha ginecologista.
Quis chorar, gritar, peidar na cara dela, como se pudesse envenená-la.
Fiquei pensando nela acordando à noite com um pesadelo. O marido perguntaria:

- Tudo bem, Pê?
- Sim… sonhei de novo com o cu de uma cliente.

Mas de repente fui novamente trazida para a realidade. Senti o aconchego falso da cera quente besuntando meu Twin Peaks. Não sabia se ficava com mais medo da puxada ou com vergonha da situação.
Sei que ela deve ver mil cus por dia.
Aliás, isso até alivia minha situação.
Por que ela lembraria justamente do meu entre tantos?
E aí me veio o pensamento: peraí, mas tem cabelo lá?
Fui impedida de desfiar o questionamento.
Pê puxou a cera.
Achei que a bunda tivesse ido toda embora.
Num puxão só, Pê arrancou qualquer coisa que tivesse ali. Com certeza não havia nem uma preguinha pra contar a história mais. Mordia o travesseiro e grunhia ao mesmo tempo. Sons guturais, xingamentos, preces, tudo junto.

- Vira agora do outro lado.

Porra.. por que não arrancou tudo de uma vez?
Virei e segurei novamente a bandinha.
E então, piora. A broaca da salinha do lado novamente abre a cortina.

- Penélope, empresta um chumaço de algodão?

Apenas uma lágrima solitária escorreu de meus olhos.
Era dor demais, vergonha demais.
Aquilo não fazia sentido. Estava me depilando pra quem? Ninguém ia ver o tobinha tão de perto daquele jeito. Só mesmo Penélope. E agora a vizinha inconveniente.

- Terminamos. Pode virar que vou passar maquininha.
- Máquina de quê?!
- Pra deixar ela com o pêlo baixinho, que nem campo de futebol.
- Dói?
- Dói nada.
- Tá, passa essa merda…
- Baixa a calcinha, por favor.

Foram dois segundos de choque extremo.
Baixe a calcinha, como alguém fala isso sem antes pegar no peitinho?
Mas o choque foi substituído por uma total redenção.
Ela viu tudo, da perereca ao cu.
O que seria baixar a calcinha?
E essa parte não doeu mesmo, foi até bem agradável.

- Prontinha. Posso passar um talco?
- Pode, vai lá, deixa a bicha grisalha.
- Tá linda! Pode namorar muito agora.

Namorar…namorar… eu estava com sede de vingança.
Admito que o resultado é bonito, lisinho, sedoso.
Mas doía e incomodava demais. Queria matar minhas amigas. Queria virar feminista, morrer peluda, protestar contra isso. Queria fazer passeatas, criar uma lei antidepilação cavada !!!

6 Vomitaram

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